segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Plano de Ações Articuladas

O Ministério da Educação estendeu o prazo para que os municípios concluam a atualização do PAR, o Plano de Ações Articuladas. Por isso, o sistema permanecerá disponível até o dia 31 de agosto/2013.

Para facilitar, o MEC disponibilizou um documento com orientações para atualização do PAR no Simec. O documento inclui também novas ações que poderão ser cadastradas pelos municípios nos respectivos Planos. Clique aqui para acessar o manual.

O PAR é uma ferramenta de gestão para o planejamento da política de educação que os municípios, os estados e o Distrito Federal elaboram para um período de quatro anos. É um importante instrumento para promover a melhoria da qualidade da educação básica pública no Brasil, porque por meio dele é possível transformar as políticas educacionais em políticas de Estado. O primeiro ciclo (2008-2011) já se encerrou. A etapa atual envolve o período de 2011 a 2014, com possibilidade de atualização para os anos de 2013 e 2014, no caso dos municípios que já tinham enviado o PAR para análise do MEC/FNDE.

Para os municípios que estão com o PAR na situação “Em elaboração” no SIMEC não há prazo previamente estabelecido. Nesse caso, o PAR poderá ser enviado para análise do MEC/FNDE conforme decisão do município.

Fonte: MEC

 

MAIS EDUCAÇÃO

Ao alcançar, no final deste mês, 49,3 mil escolas públicas com matrículas de estudantes na educação integral, a Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação publica o caderno Passo a Passo do programa Mais Educação, com orientações para as escolas de todo o país.

Na apresentação do caderno, a diretora de currículos da educação básica da SEB, Jaqueline Moll, diz que a proposta do programa “constitui-se a partir da compreensão de uma escola que baixa seus muros e encontra a cultura, a comunidade, a cidade em processos permanentes de expansão e de criação de territórios educativos”.  O documento, que será impresso e distribuído para o conjunto das escolas públicas que aderiram ao Mais Educação, traz um desenho da organização das atividade em escolas situadas no campo e na área urbana. Nas duas situações, o acompanhamento pedagógico é obrigatório.

No caso das escolas no campo, o acompanhamento pedagógico deve abranger cinco campos do conhecimento: ciências humanas, ciências e saúde, etnolinguagem, matemática, leitura e produção de textos. Além do currículo, as atividades nessas escolas também devem privilegiar itens como agroecologia, cultura, iniciação científica, memória e história das comunidades tradicionais.

Quando trata das escolas urbanas, que são maioria no programa, o caderno propõe que durante o acompanhamento pedagógico a escola oriente os estudos dos alunos e a leitura, além de escolher uma terceira atividade, que pode ser letramento, matemática, línguas estrangeiras, de uma lista de seis sugestões.

Prioridades – Ao tratar dos estudantes prioritários do programa Mais Educação, o caderno relaciona situações que devem merecer a atenção do diretor da escola, do orientador pedagógico e do conselho escolar: crianças e jovens em situação de risco e vulnerabilidade social; estudantes que congregam, lideram, incentivam e influenciam positivamente seus colegas; aqueles com defasagem escolar em relação à idade; com índices de repetência; que demonstram interesse em estar na escola por mais tempo.

Exceto nas escolas com poucas matrículas, a Secretaria de Educação Básica orienta a direção a matricular na educação integral, pelo menos, 100 estudantes, mas não estabelece um número máximo.

Ao tratar da questão dos reduzidos espaços escolares para a educação integral, problema típico na maior parte das redes públicas, o caderno Passo a Passo sugere aos educadores a construção de um mapa das possibilidades na escola – biblioteca, pátio coberto, sala de leitura; na comunidade – salão paroquial, espaço dos escoteiros, centros comunitários, praças; e de outras áreas – museu da cidade, pátio do Corpo de Bombeiros, quartel das Forças Armadas.

Outro item diz respeito ao planejamento da oferta de educação integral. Nesse ponto, o caderno indica que a primeira medida a tomar é escolher o professor comunitário da escola. Este educador será o responsável por coordenar as atividades.

Na última das 32 páginas do caderno Passo a Passo, Jaqueline Moll explica que “a escola do século 21 não pode ser mais a escola do tempo de copiar do quadro”.

Conheça o caderno Passo a Passo do programa Mais Educação.

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18931:ministerio-publica-caderno-para-orientar-atividades-do-programa&catid=211&Itemid=86

Enviadas por Antonio Carlos

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