domingo, 19 de abril de 2009

DO MENSAGEIRO AO CELULAR (DO SINAL DE FUMAÇA AO SATÉLITE)

Escrever sobre telecomunicações é um verdadeiro prazer. Há vinte anos estudo, pesquiso e acompanho o progresso tecnológico nessa área.

Vamos juntos conhecer o desenvolvimento do telégrafo, telefone, rádio e televisão. Dos seus primórdios no Brasil, até hoje, fazendo uma análise política, econômica e social de cada momento (Segundo Império, República, Regime Militar). O tema é inesgotável, dinâmico e apaixonante.

Em 1852, D. Pedro II, um grande admirador das invenções, mandou instalar o primeiro telégrafo no Rio de Janeiro, ligando o Palácio Imperial ao Ministério da Guerra. Até a proclamação da República já haviam aproximadamente vinte quilômetros de linhas telegráficas instaladas em nosso país.

Em 1872, o Visconde de Mauá, começa a instalação de um cabo submarino ligando o Brasil a Portugal (Recife – Lisboa).

Em 1876, em visita a Filadélfia (Exposição Universal), D. Pedro II encomendou a Graham Bell, alguns telefones. Que foram instalados para comunicação com seus Ministros, (dizem as más línguas, que foram instalados para as namoradas de D. Pedro).

O telégrafo não sofreu muitas mudanças, mas os telefones eram simples imagens dos atuais, cada linha, um cabo individual e um conector próprio para fazer a conexão com o telefone desejado.

Nos próximos números, o avanço e modernismo do telefone no Brasil. Não vamos nos deter em datas, mas no histórico e ansiedade de um povo pelo progresso.

Jocicler Vieira

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"O sucesso normalmente contempla aqueles que estão ocupados demais para procurar por ele"